Archive for Agosto 5, 2009


A outra arte de Miles Davis

Poucas pessoas sabem mais Miles Davis tabém teve uma carrerira com pinto chegando a vender alguns de seus quadros e realizar exposições e vernissages. Sua expressão plástica começões nos anos 80 e trago aqui uma amostra. Este quadro pintado em 82 chama-se Debra Hurd

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Essa canção pra quem se lembra foi composta por Cindy Lauper. Na minha opinião um dos maiores erros do Miles Davis mais ta aqui documentado.

Ragtime

Embora não seja um dos meus estilos favoritos é importante nos refereciarmos ao ragtime. Um estilo de música norte-americana para piano, muito popular no final do século XIX e início do século XX. O ragtime possuía caráter sincopado, não era improvisado, e era normalmente escrito em partitura. O nome vem do termo inglês ragged, que significa áspero, desigual, dissonante – como costumava ser o fraseado da mão direita sobre o teclado. Scott Joplin fou um dos músicos que marcos todas as gerações seguintes com seu estilo inconfundível e marcante além de extremamente dançante. Segue ai uma amostra.

Nascido na Suécia foi um pianista de jazz tendo falecido em 2008 após um acidente automobilístico. Um dos grandes do jazz comtemporâneo que morreu prematuramente deixando uma obra fantástica e cheia de nuances. Sua música mistura nuances emocinantes e cria ambientes envolventes e únicos.

Discografia:

* When Everyone Has Gone (1993) Dragon
* E.S.T. Live ’95 (1995, released in Sweden as Mr. & Mrs. Handkerchief) ACT Music + Vision
* EST plays Monk (1996) Superstudio GUL
* Winter in Venice (1997) Superstudio GUL
* From Gagarin’s Point of View (1999) Superstudio GUL
* Good Morning Susie Soho (2000) Superstudio GUL
* Somewhere Else Before (U.S. compilation from From Gagarin’s Point of View and Good Morning Susie Soho, 2001)
* Strange Place for Snow (2002) Superstudio GUL
* Seven Days of Falling (2003) Superstudio GUL
* Live in Stockholm (2003) DVD, recorded December 10, 2000 – including videos and an interview
* Viaticum (2005) Spamboolimbo
* Tuesday Wonderland (2006, Recorded and mixed by Åke Linton at Bohus Sound Recording Studios, Gothenburg, Sweden in March 2006)
* Live in Hamburg (2007, recorded November 22, 2006)
* Leucocyte (2008, recorded by Åke Linton at Studios 301, Sydney, Australia)

Bill Evans

Seu uso da harmonia impressionista, suas interpretações inventivas do repertório tradicional de jazz e suas linhas melódias sincopadas e polirrítmicas influenciaram toda uma geração de pianistas, incluindo Herbie Hancock, Denny Zeitlin, Chick Corea e Keith Jarrett. Seu trabalho continua a influenciar jovens pianistas como Fred Hersch, Esbjörn Svensson, Bill Charlap e Lyle Mays, e músicos que tocam outros instrumentos, como o guitarrista John McLaughlin.

Discografia Básica:

# New Jazz Conceptions (1956)
# Everybody Digs Bill Evans (1958)
# Green Dolphin Street (1959, só lançada nos anos 70)
# Portrait in Jazz (1959)
# Moonbeams (1962)
# Conversations With Myself (1963)

O trompete

Pura arte.

Pura arte.

Embora o trompete tenha, em certo sentido, perdido, durante os anos 80 e 90, a primazia histórica de que sempre desfrutou ao longo de décadas entre os instrumentos do jazz, ele tem experimentado um renascimento recente. Se o domínio do sax tenor esteve associado à popularização do jazz fusion, o renascimento do trompete tem a ver com a retomada das raízes e formas clássicas e a emergência do latin jazz. Durante muito tempo, as vozes principais das grandes correntes estilísticas do jazz foram os trompetistas: basta lembrar de Louis Armstrong no estilo tradicional de Chicago e no swing, Dizzy Gillespie no bebop, Chet Baker no cool, e Miles Davis no cool e no jazz-rock. Depois de Miles, Freddie Hubbard permaneceu quase solitário como o grande nome do trompete nos anos 70 e 80. Com o surgimento do virtuose Wynton Marsalis, liderando uma releitura da tradição, e do jovem Nicholas Payton, mais moderno, e com o sucesso do latin jazz, nicho de grandes virtuoses como Arturo Sandoval, o trompete pode estar caminhando para recuperar sua antiga glória.

Na minha opinião esta é uma das grandes músicas dos anos 80. Swing , levada, frases bem cosntruidas e o uso da percussão elevam a experiência de ouvi-la a um grau além. Alguns puristas insistem em torcer os ouvidos, mais esta musica e o disco homonimo para mim já se tortnaram clássicos.

Ouça mais:

Tutu (1986)

  1. “Tutu” – 5:15
  2. “Tomaas” – 5:38 (Davis, Marcus Miller)
  3. “Portia” – 6:18
  4. “Splatch” – 4:46
  5. “Backyard Ritual” – 4:49 (George Duke)
  6. “Perfect Way” – 4:35 (David Gamson, Green Gartside)
  7. “Don’t Lose Your Mind” – 5:49
  8. “Full Nelson” – 5:06